VEREDAS




 VEREDAS, Pseudônimo CAMINHOS

 





Quem nunca ficou fascinado com cada desvio singelo no teu caminho. E mesmo que se foi em sua mente impregnada ficou.

Meros chamados zunindo no meio dos sonhos, dos teus ouvidos, querendo acolher melhor o que o coração cansou de sentir. E se resignou.

Será que ele negligenciou, ou nunca mais sentiu algo de sensato? Apenas se intuiu em silencioso calor, aquela qual apenas solitário o louvou.

Quem negará o erro de amar?

Apenas continua um dia a ser amado. Que seja quem em seu coração não minta, ou se engane e o ame,também, mesmo que isso o mate, cegando o racional que o assassinou!

Aquela bala que ressoa e silencia a esperança matando tua calma, querendo apenas alma, ao mal, mar que cerca a ilha que agora sou, isolando-me antes de sucumbir a te, que me diz amar não sei o que além mar de mim.

Cheiro o arco do choque do ar que se feriu de tu, calada ferindo meus amar. Sim no plural ao coração único e frio, milhares de formas de não se poder ser. E a bala que me deixou, me traiu encontrando em seu vazio, seu ardor, em tu em mim se chegou e mentiu, carecendo o que reduziu, clarão, cor e sons que se traduziu, apenas em mim não me destruiu. 

Louvado seja! 

Sem este, pó que em mim se resumiu, me refiz em um poeira que de mim se evoluiu e transcendental fluiu e emergiu meu peito vil te viu e sorriu.

Trilhas, veredas que sinapses em meu cérebro cingiu uma jornada evoluiu, um amor que se não em mim se constituiu não tem sentido ou vento se esvaiu e a ele se reduziu a mim, mero pó estelar destruiu.

Sigo perdido sem ir ou ficar apenas seguir.





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