HUMANO É O MAIS IRRACIONAL,MAS SENDO NARCISISTA,SEM O ESPELHO SUICIDA DO EGOÍSMO

 

Nós seres humanos, somos os mais irracionais entre todos os que consomem oxigênio.

Os mais hedonistas e, perdidamente,errantes. Nunca imaginamos o caos que consumimos em nome de uma suposta socialização e, não dimensionamos os atos perversos, pois estamos gastando nossa energia em nos defender e, só por isso, culpamos os demais.

Todavia, os quanto mais perversos, são mais adaptados, portanto. Aqueles que sabem sussurrar a si a maldade instrumentalizada, de modo a sustentar a sua vida miserável e sadicamente possível, mesmo que com a dor alheia, é acolhido como o certo. Vide, se eu como homem hétero “pegar” geral sou aclamado, caso minha companheira me trair, mesmo se eu fosse um escroto ela seria… 

Retroalimenta-se a pertinência hedonista.

O pervertido perverso, neste modo social, por pouco e medíocres prazeres, tende a se satisfazer, infelizmente, em precárias satisfações e, de modos operantes ou desesperantes, como se contaminados pelo oxigênio. E, se uma ilusão miserável o consumisse do pouco de altero que lhes resta, trucida qualquer resquício de vida em sociedade que congrega, quando violenta sua natural diversidade alegando uma justiça higienista. 

Temo que os leitores que acomodados ao possível sonho d’uma sociedade ou cidadania menos violenta, longe de minhas e suas leituras, com a sensação aqui especulava ler, para não dizer, lastimo por essa crença: desconhecemos o mal que temos em e entre nós.

No entanto, como todo mal expelido, vomitado ou meramente expulso, tem uma razão de ser,o nosso mal, o qual me segue no mesmo princípio. Creio. Então, quero crer que acessar nosso maior medo, isso nos leve para nossa maior covardia, a violência.

Eu disse medo associado a violência.

Sim, todos os vis são apenas medrosos. E tão frágeis que carecem se proteger na mais covarde e frágil forma de comportamento.Vivem à margem porque forças reais ou imaginárias ou suplantam qualquer expectativa real de viver em sociedade auto responsável.

Este modo de viver que é sustentado pelo principal violador, o Estado, ou o Principal agente alienante diante do Real. Ele que regulamenta o direito a matar, escravizar e ou apenas manipular, este último, a exemplo, do trabalho, sempre enriquecendo quem mais rico é. Escraviza os que acham que podem enriquecer através do trabalho sem avaliar a manipulação escravocrata do trabalho e, por fim, mata todos os não alienáveis ao auto consumo de ser escravo, como o negro, periférico, jovem, a mulher, a criança.

Ele, o Estado, então, é o maior substrato do Simbolismo que o Imaginário não sustenta diante do Real tão destruidor.  

Então, sem o tal Simbólico que o Estado sustenta, quanto ao bem estar, será que nosso Imaginário, um dia sonhado, aquele de vencer na vida, por exemplo, suporta o Real trágico e traumático, dessa ilusão?

Não, Ele (O Imaginário l) quanto alienado, posso condenar, talvez por não ter a mesma visão hedônica que eu, afinal, vejo-me em muitas pessoas,mesmo que quase sempre ingênuo, e até desnecessário meu modo de ser e viver.

Suportas isso? Então sem dúvida és o mais adaptado, tanto por não sucumbes ao medo e dele a violência e então nasce a outra provocação, aquela que te leva a buscar sentido da vida. Aqui te pergunto, além de amar, qual seria?

Afinal amar é dizer não sem pedir revolução para tal comportamento. Não é passivo, mas ativo, sobretudo, quando como um mítico cristo dizia: ame como a si mesmo. Rídiculo? Duvido, afinal, só podemos atuar no e com o outro onde ele se deixa e, sempre dizemos não quando não nos cabe, ou nos fere ou melhor, nos dão oportunidade de evoluir negando nosso ego e aceitando,sim, nosso narcisismo, vendo onde podemos ser mais lindos como o amor, ou seja, amando-nos, para melhor amar, acertando nossas feiuras, ficando mais narcisistas sem sermos suicidas no nosso espelho egoísta.

Aquele que é consciente de nossas virtudes e não se constrange a se limitar nestas. Aceita seus erros até evoluir destes. Então viver seria exatamente isso, evoluir do amar nossos erros, ao ponto de aprender a 

lição deles.

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