Errar é evoluir?
As suaves brisas se negam aos descaso, as redes as denunciam. Temos dores antigas a cura ou, melhor, a aprender com as mesmas.
As amarras não nos prende como as do amor traído ao abandono, são veredas antigas. Seguem vazios tão vis que roubam as melhores percepções da vida. Mas ela continua a nós esperar. Afinal, o melhor está em nós e, se o no mundo pouco se floresce de tu, cabe buscar melhores terrenos e, quase sempre começa em si mesmo. Um amar suas feuras e delas evoluir.
Essas se eternizam em vidas, amores, não sofridos mas se não cuidadas joga-se no denso da autoestima dada ao modelo de folha seca ao vento.
Vidas sem sentido assim se prolifera.
Porque mais viver?
Nisso, nenhum amor que possa vir a fazer sentido de ter que explicar por qualquer vida, por menor que a história a explique não floresce satisfatório.
Então, serve de referência: não aceitar seus limites e erros e deles não se evoluir, então se ama em parte, ou de maneira insatisfeita e, então o querer se esvai e míngua e se aceita portanto qualquer migalha de atenção.

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